Antarctic Adventure é mais um daqueles jogos clássicos da primeira leva de lançamentos para NES. Lançado pela Konami em 1985 com uma versão gêmea para MSX, esta versão traz novidades em relação ao outro sistema.
Por Marco “Buzz” Matos
Ficha Técnica
Título: Antarctic Adventure
Produtora: Konami
Fabricante: Konami
Ano: 1985
Categoria: Plataforma/Aventura
Número de Jogadores: 1
Autor do review: Marco “Buzz” Matos
O jogo
Antarctic Adventure é mais um daqueles jogos clássicos da primeira leva de lançamentos para NES. Lançado pela Konami em 1985 com uma versão gêmea para MSX, esta versão traz novidades em relação ao outro sistema. Além dos 3 níveis de dificuldade, pode-se contar com a bandeira colorida que faz o herói voar por alguns instantes equipado com um chapéu de hélice.
Mais tarde em 1994 este game ganharia uma versão clone para PC-DOS.
Qual a verdadeira história?
Especula-se muito sobre a real história do jogo. Me lembro que durante minha infância, jogávamos este clássico em casa e sempre discutíamos durante a jogatina, sobre qual o real motivo de o pingüim atravessar o continente Antártico. Alguns diziam que o pingüim estava de férias fazendo um tour. Outros diziam que o pingüim estava tentando salvar a Antártida do degelo.
A realidade é que o jogo é simples demais para ter algum significado, desta forma é muito mais divertido se imaginar a explicação deste grande “rolê” dado pelo nosso herói.
O continente Antártico e o caminho a ser percorrido. As fases não são muito grandes nem muito complexas. Não há muito o que pensar, nem descobrir.
Basicamente você é um pingüim que deve saltar ou desviar dos buracos e morsas que aparecem pelo seu caminho. Além disso pode apanhar peixes e bandeiras no decorrer do jogo para se acumular pontos. Você tem um tempo e um caminho a ser percorrido dentro deste tempo, até chegar a base de cada país. Um jogo simples, porém divertido.
O som e os gráficos não são o forte do jogo. Principalmente a música que de tão repetitiva acaba se tornando maçante. Os gráficos não são nenhuma maravilha mas também não chegam a decepcionar, ainda mais para os padrões da época.
O personagem é o pingüim que para muitos se torna “engraçadinho” ainda mais quando pula um buraco e bate as asinhas ou quando está sacudindo as pernas, dentro de um buraco na tentativa de deixar o local.
Mas por que diabos devo jogar este jogo?
Bem, o jogo é um clássico que marcou minha infância. Hoje em dia, é um daqueles jogos que não nos empolga muito e por isso pode ser jogado durante o expediente de trabalho, naqueles feriados em que toda a cidade emendou e só você está trabalhando I(sim, confesso que me lembrei dele neste carnaval). Mas é um jogo que eu recomendo pela seu divertimento em cima da simplicidade.
Avaliação do Autor
Apresentação - Um jogo sem grandes emoções e muito simples, mas que não deixa de ter uma idéia interessante
Gráficos - Os mais simples possíveis, mas que se desenvolvem bem em cima daquilo que é proposto e bons levada em consideração a época do lançamento.
Som - O ponto fraco do jogo. Além da musica que é bem enjoada, existem uns 4 tipos de sons diferentes e nada além disso.
Jogabilidade - O controle do pingüim é mais fácil do que parece, exceto por algumas poucas vezes que o botão parece “falhar” ao se repetir o movimento por muitas vezes seguidas .
Diversão - Um jogo simples para os dias chuvosos. Talvez perca um pouco a graça pela mesmice e facilidade.
Dificuldade - Uma criança de 3 anos de idade com pouco esforço consegue terminar o jogo sem problemas.
Adicionado à Base de Dados em Quinta-feira, 20 de Março de 2008 por João Luis


