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Powerblade 2


Em Powerblade 2, Nova é novamente recrutado pra salvar o mundo, desta vez contra outra criatura ameaçadora. O jogo acontece em 2200, 9 anos após o primeiro incidente. Nova ainda equipa seu velho e querido bumerangue…

Por Cosmão

Ficha Técnica

Título: Powerblade 2
Ano de lançamento: 1992
Console: NES
Fabricante: Taito
Gênero: Ação
Número de jogadores: 1
Análise por: Cosmão
Texto originalmente postado em: http://shugames.blogspot.com/

Sobre o game

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Em Powerblade 2, Nova é novamente recrutado pra salvar o mundo, desta vez contra outra criatura ameaçadora. O jogo acontece em 2200, 9 anos após o primeiro incidente. Nova ainda equipa seu velho e querido bumerangue e ainda conta com alguns truquezinhos à mais na manga…

O jogo segue o mesmo estilão do primeiro, com direito à escolha da fase inicial (bem como das outras), inimigos parecidos e um controle praticamente perfeito sobre o personagem. Sério, o que mais atrai no game é seus controles suaves e sua jogabilidade gostosa, é viciante, dá pra pegar numa tarde e terminar tranquilo, ficando com aquela sensação de dever cumprido ao ver o final, coisa rara nos jogos atuais. Nova conta com uma moto que vemos logo no início do game, mas ela só serve mesmo pra escolher as fases, infelizmente (ou felizmente) ela não é controlável em nenhuma etapa.

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Os gráficos continuam bons, bem coloridos e com fases bem bacanas. Talvez a variedade aqui seja menor, tínhamos fases mais variadas no primeiro game, como a fase na usina de energia eólica ou numa espécie de estufa, sem se esquecer do submarino afundado. Em Powerblade 2, as fases são basicamente torres, cheias de armadilhas e inimigos à espreita. Isso não tira pontos do game, mas poderiam ter dado uma variada melhor nesse ponto.

Entre os novos truques de Nova (impossível não fazer esse trocadilho entre novo e Nova), estão a rasteira, útil pra escapar ou passar por fendas atrás de itens e as armaduras. Sim, ARMADURAS, no plural. Enquanto no primeiro game tínhamos apenas aquela armadura azul que nos dava um tiro mais potente, agora são 4 delas, todas bem diferentes e com utilidades únicas.

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A primeira delas permite escalar, além de dar um tiro mais potente, uma outra permite nadar, outra voar e a última lhe dá um poder destrutivo bem maior, excelente para chefes e inimigos mais fortes. Todas são encontradas em portas específicas nas fases, ocupando lugar dos agentes do primeiro game. Derrota-se um sub-chefe e coleta-se a nova armadura. Simples assim.

As armaduras possuem uma durabilidade que é medida por uma barrinha. Itens repõe a barra, naturalmente. Além disso, existem itens que podem ser acumulados e servem como os E-TANKS do Megaman, servindo tanto pra repor energia quanto repor o poder das armaduras.

Apesar de toda essa variedade, as fases não fazem muito uso das armaduras. Salvo alguma área inundada ou alta o bastante para que se precise voar, o resto do jogo pode ser muito bem atravessado com Nova sem armadura nenhuma.

Conclusão

Entre todos esses prós e contras, temos um jogo bem sólido de plataformas com muita ação. Quem gostou do primeiro vai curtir esse segundo, principalmente porque a essência do jogo está intacta. Os bumerangues continuam sendo a melhor arma, Nova continua com a cara de Schwarzenegger e o jogo continua com uma dificuldade aceitável.



Adicionado à Base de Dados em Quinta-feira, 25 dAmerica/Los_Angeles Março dAmerica/Los_Angeles 2010 por Trevor Belmont